terça-feira, 16 de setembro de 2014

JOGO FINAL - GOVERNANÇAS CORROMPIDAS. THE BILDERBERG GROUP





No Brasil e no mundo, a grande impresa não divulga a influência de organizações representantes de grupos econômicos transnacionais. Ao contrário, passam para opinião pública descrédito sobre quem ousa abordar o tema.


Lula, FHC e demais políticos brasileiros participam do mesmo modelo entreguista neoliberal estabelecido no Relatório Kissinger e no Consenso de Washington que norteiam as entidades globalistas como a ONU, o FMI, a Fundação Ford, o Diálogo Interamericano, a Comissão Trilateral, o Clube de Roma, o Grupo de Bilderberg e o Forum de Davos. Essas entidades tem como objetivo estabelecer uma Nova Ordem Mundial a partir de uma ditadura de partidos corruptos em todos os países do mundo para garantir o lucro das empresas transnacionais e dos banqueiros internacionais. (Deforti Rio)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lula criou o PAC "Indígena" na Amazônia, Jucá a PEC 1610/96 para extrair o Nióbio na Amazônia

O Risco Iminente de “Balcanização” do Brasil Presente!

O presidente Itamar Franco adotou ações para salvar a Amazônia repudiando as pressões crescentes do Grupo dos sete ou, G-7 para criar um Estado (país) dos índios ianomanis. O documento do Cebres com o título "Em Defesa da Amazônia" pela decisão de implantar o Ministério da Amazônia: O Serviço de Vigilância da Amazônia (SILVAN) e reunir as Forças Armadas à Polícia Federal para defesa das tribos indígenas e da faixa de fronteira "não podemos aceitar reexames de conceitos de soberania, auto-determinação, fronteira política; nem admissão de Nações e Estados-nações" indignas, e tantas outras variações conceituadas que o G-7 pretende inpringir ao mundo em desenvolvimento, para domínio colonialista. Estudo este datado de 1981 em que já denunciava o risco de médio e longo prazos à soberania e integridade territorial da reserva dos índios Ianomanis. A inconstitucionalidade da Portaria 580 do Ministério da Justiça Jarbas Passarinho no Governo Collor que atendia pressões externas, pedindo que deixassem as terras indígenas "adormecidas". Itamar queria mudar esta Portaria que Collor não se interessou nenhuma vez em fazê-lo. Diante do cenário, nacional e mundial, tão grave e conturbado, de pressões crescentes do G-7 contra  os países em desenvolvimento pressões político-diplomáticas, econômico-financeira, sócio-culturais, tecnológicas, militares, pressões ofensivas à dignidade das unidades políticas como Estado-Nação livre e soberano- sobretudo no concernente à Amazônia brasileira, que aos poucos se vê cercada por uma configuração de uma espécie de cordão sanitário interessante ao G-7. Infelizmente Itamar Franco faleceu com Leucemia da mesma forma o Dr. Eneas, quem denunciou a expropriação do Nióbio no Brasil.
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Nota do autor: Conforme discurso do Almirante Costa e Silva sobre as maravilhas dos "seis lagos" Em São Gabriel da Cachoeira no Amazonas aonde estão alocadas a maior reserva do planeta de Nióbio e terras raras (grupos do ítrio e do europio, utilizados na indústria eletrônica lá existente). Os índios querem ser direcionados com respeito e confiabilidade,  o Estado não se fez presente. A Funai nunca atuou como defensora do indígena que quer plantar, colher negociar, serem auto-suficientes e viver em liberdade que o branco incluindo as ONGs internacionais na cobiça pelas terras raras, não deixa, e cada território resgatado dos índios acaba por se transformar em plantações de soja, de milho, da algodão, de cana de açúcar, ou de brachiaria, comida para o gado criado extensivamente no que antes era uma bela, diversificada e equilibrada floresta ; 
2 -  Analisando a OIT N.169 com referência às terras indígenas como ato de traição foi ratificada junto a ONU pelo governo brasileiro em 2007, e as emendas à constituição que mesmo inconstitucionais, ferindo o Estado Democrático, são aprovadas por integrantes do Congresso Nacional; 
3 - Observo que em Setembro de 2007 o presidente da Funai, o paraense Márcio Meira, o ex-presidente Lula da Silva, e o ex-Ministro da Justiça Tarso Genro, foram a São Gabriel da Cachoeira AM para anunciar o  Programação de Aceleração do Crescimento (PAC) "Social Indígena", “PAC Funasa" ou, "PAC Nióbio", foi um gesto inovador,  e com iniciativa do Ministério da Defesa, para condicionar as demarcações de Terras Indígenas em faixa de fronteira (total retrocesso); 
4 - A Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais  (CPRM), ligada ao Ministério das Minas e Energia Sr. Edson Lobão, organizou a licitação das terras raras, cinco empresas enviaram propostas à CPRM: a CBMM; a Rio Tinto Desenvolvimento Mineral Ltda (RTZ), originária da África do Sul, com filial em Brasília; a UGM - Serviços Técnicos Ltda, ligada à Minorco South América; as Organizações SR S/A, pertencentes ao grupo do Banco Rural (citado por Marco Valério na CPI dos Correios com ligação a expropriação do Nióbio por José Dirceu); e a Companhia Industrial Fluminense (que entrou atrasada na licitação e não participou da visitação da área, que as outras quatro realizaram); 
5 - O Estado, a mídia não divulgou, à sociedade brasileira desconhece esta licitação. Oras, sabemos do descaminho na exploração do Nióbio em Araxá Minas Gerais aonde o governo de Minas em "parcerias" com não nacionais, não interage com transparência ocorrendo o descaminho; 
6 - Em GO o valioso Nióbio é extraído com lucros bilionários pela Anglo American, e custeado pelo povo ou seja, através de financiamentos pelo BNDES, que não é transparente no apresentar as contas. E no Amazonas? A transparência na exploração mineral em Roraima, Seis Lagos, e o governo diz não ter verbas, e o povo pergunta? aonde estão as denúncias da PF, da ABIN, do MP que originou as CPIs e as provas apuradas, o que os relatores das CPIs fizeram com elas , sem qualquer providência parlamentar e judicial no retorno do erário desviado;
7 - Disse Davi Kopenawa líder indígena: "O governo não explicou direito o projeto, pra mim não ficou claro. Ele, Lula só fala em obras e nós não queremos obras nas nossas terras.  O governo não convidou os povos indígenas, nem instituições que trabalham conosco pra discutir esse projeto. Que projeto é este? 

O Brasil virou a casa da mãe Joana, aonde os aloprados, no entanto, querem é ainda mais terra "para índio?",  onde não haja nem fé, nem lei, nem rei, governantes não nacionalistas, e não transparentes. 

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Povo brasileiro analisem, Senador  Romero Jucá  natural de Recife/PE, indicado por José Sarney como Presidente da Funai após, como governador de Roraima em seguida, como Senador por Roraima cargo que ocupa até hoje:

8.1 Que Emenda é esta? Relator Senador Romero Jucá PMDB/RR de 2013 S/Nº.: Da Comissão Mista Para a Consolidação da legislação de dispositivos da Constituição federal sobre minuta de proposição para regulamentar o  §6 do artigo 231 da Constituição Federal. As áreas adquiridas "pela União" para atendimento do disposto no §1º, bem como suas benfeitorias, serão pagas mediante recursos previstos no orçamento da União.
http://www.socioambiental.org/sites/blog.socioambiental.org/files/nsa/arquivos/projeto_romero_juca_par._6_art._231.pdf 
8.2 Que Emenda é esta? PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 121 de 1995, Origem no Legislativo: CD  PL.  01610 / 1996, Autor: Senador Romero Jucá PMDB/RR, PL N.º 7.099, de 2006, do Deputado José Divino (sem partido-RJ) acusado de receber comissão, PL N. 7301, de 2006 do Deputado Francisco Rodrigues (DEM-RR) acusado por peculato, - Ementa: Dispõe sobre a exploração e o aproveitamento de recursos minerais em terras indígenas, de que tratam os artigos 176, parágrafo primeiro, e 231, parágrafo terceiro, da constituição, e dá outras providências. - 08/01/2007 – Aguardando Decisão da Câmara dos Deputados.
http://www.senado.leg.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=1381
8.3 Que Emenda é esta? PEC 215/2000  Proposta de Emenda a Constituição Autor: Deputado Federal  Almir Sá* (19)PPB/RR que nem deputado mais é e outros, Acrescenta inciso  XVIII ao art. 49; modifica o § 4º e acrescenta o § 8º ambos no art. 231, da Constituição Federal" (inclui dentre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas; estabelecendo que os critérios e procedimentos de demarcação serão regulamentados por lei), e apensadas a (PEC21500) que   é inconstitucional porque ela fere a cláusula pétrea, retira atribuição do Executivo, sobre o destino das terras brasileiras.
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=14562 
(*) Almir Morais Sá, advogado, foi deputado federal por Roraima, autor da PEC 215/2000, atualmente presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Roraima.  Contato pelo e-mail: almirsa@faerr-senar.com.br    (copiei da internet)
Tarso Genro, Davi Kopenawa, Lula da Silva
Davi Kopenawa líder Yanomani/Roraima disse a Lula e Tarso Genro em 21 de setembro de 2007: ainda que o anteprojeto de Lei de Mineração em Terras Indígenas está sendo amplamente difundido por seu criador, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), em forma de propaganda política nos meios de comunicação: “Eu disse pro presidente que Romero Jucá vai à televisão e diz que Lula apóia e vai assinar o projeto de Lei que abre mineração em terras indígenas. Nós não aceitamos isso, nós não queremos que invadam nossas terras”, os Yanomami não querem mineração em suas terras reafirmou o líder.  “Os Yanomami precisam de saúde para sobreviver e a atenção à saúde que a Funasa vem prestando a nós, não funciona. O Ministério da Saúde precisa usar direito o dinheiro e não ficar desviando a verba que vem pra nossa saúde. Tudo isso acontece porque a Funasa está muito desorganizada.
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Programação de Aceleração do Crescimento (PAC) "Social Indígena".
Roraima - São Gabriel da Cachoeira - Seis Lagos,  Região do Nióbio, terras raras.
Márcio Meira sua ligação com o Partido Popular Socialista (PPS) do Roberto Freire, da base aliada do antigo governo Lula e tendo sido membro efetivo do Diretório Estadual do partido, foi convidado por Lula para presidir a FUNAI.
Márcio Meira foi presidente da Funai entre março de 2007 e abril de 2012, (no país da impunidade) ele e seus principais diretores podem ser condenados a pagar indenização por danos morais em valor superior a R$ 1 milhão, além das penas previstas pela Lei de Improbidade Administrativa (perda do cargo, mandato, emprego ou função pública que estiverem desempenhando na época da condenação; suspensão dos direitos políticos; pagamento de multa; perda dos valores eventualmente acrescidos ilicitamente aos seus patrimônios; ressarcimento de eventuais prejuízos causados ao erário; proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais ou de crédito).  O MPF/RO expõe ainda que, durante a presidência de Márcio Meira, os índios da etnia Cinta Larga foram tratados com preconceito e discriminação, sendo chamados de “bandidos”. Os indígenas também eram apontados como “encrenqueiros”, “chatos”, “ruins de negociar” etc. o MPF afirma que Márcio Meira e seus diretores produziram um racha na comunidade indígenaA gestão de Márcio Meira à frente da FUNAI foi marcada pela terceirização da FUNAI, entregue a entidades não governamentais que se denominam socioambientais, que dominaram a instituição e fizeram deste espaço público a sua fonte de renda através de generosas consultorias resultantes dos empreendimentos implantados em nossos territórios.
ANALISEM  O PLANO ESTRATÉGICO DELES:


Lula criou PAC  indígena "Nióbio" em São Gabriel da Cachoeira

A visita em 21/09/2007 do presidente Lula a São Gabriel da Cachoeira (AM) (local da maior reserva de Nióbio do mundo), para anunciar o “PAC Senasa na Agenda Social dos Povos Indígenas” foi um gesto inovador, porém incompleto. O município de maioria indígena, na fronteira geopolítica do extremo noroeste da Amazônia brasileira, tem recebido nos últimos anos várias comitivas de presidentes, ministros e parlamentares, sempre por iniciativa dos setores militares. Desta vez, a motivação prioritária foi a de conversar com os índios. A proposta e coordenação da jornada foi do presidente da Funai, o antropólogo paraense Márcio Meira PPS. Durante o evento, as autoridades governamentais se comprometeram publicamente com algumas metas concretas até 2010 (veja texto completo no link abaixo), apostando que a produtividade das políticas públicas do segundo mandato será o dobro do primeiro, conforme tem afirmado o Presidente da República. Além do fato de que, é sempre bom lembrar, essas obras não dispensam o respeito à legislação ambiental e a necessidade de consultas prévias aos povos afetados, o que se poderia fazer no âmbito da Convenção 169 da OIT, ratificada pelo Brasil, na falta de um novo Estatuto das Sociedades Indígenas, que jaz no Congresso Nacional há 13 anos. 
General Enzo e  Ministro da Defesa Celso Amorim em São Gabriel da Cachoeira AM
Também uma iniciativa recente do Ministério da Defesa para condicionar as demarcações de Terras Indígenas em faixa de fronteira à anuência do Conselho de Defesa Nacional (CDN), o que seria um retrocesso em relação ao entendimento em vigor desde setembro de 1995 pela Advocacia Geral da União.  http://site-antigo.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=2532

OS MOREIRA SALLES SÃO HOJE OS MAIS RICOS DO BRASIL COM A EXTRAÇÃO E O DESCAMINHO DO NIÓBIO EM ARAXÁ-MG LUCROS BILIONÁRIOS 
PARA O BRASIL, FICAM OS BURACOS

Jazida de nióbio é licitada em seis lagos na Amazônia 
A Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais (CPRM), ligada ao Ministério das Minas e Energia, encerra dia 16 de outubro a licitação de maior jazida de nióbio do mundo, com cerca de 2,9 bilhões de toneladas, minério utilizado em produtos sujeitos a altas e baixas temperaturas, como aviões e foguetes. Analisada apenas pelo aspecto econômico e a preços de mercado do nióbio, a citada reserva foi avaliada pela CPRM em um trilhão de dólares! A jazida fica em São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros de Manaus, na região dos Seis Lagos. A CPRM aparentemente ignora que o local é duplamente área de proteção ambiental: está dentro do Parque Nacional do Pico da Neblina e da Reserva Biológica Estadual do Morro dos Seis Lagos.
Segundo Ubiracy Araújo, procurador geral do Ibama encarregado de analisar o caso, foram enviados dois ofícios à CPRM solicitando a localização exata da área licitada. Não houve resposta. Araújo acredita, porém, que é quase impossível que ela esteja fora do Parque Nacional, "onde é proibido qualquer tipo de exploração dos recursos naturais". O procurador disse que enviou seu parecer para o superintendente do Ibama no Amazonas e para a Diretoria de Ecossistemas, responsável pelos parques nacionais. Sua recomendação, caso seja confirmada a localização, é que a licitação seja cancelada.
O presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipam), Vicente Nogueira, já avisou, em nota distribuída à imprensa local, que, embora não tenha sido consultado oficialmente, não dará autorização para exploração mineral na área. Como está hoje, o governo não divulga.
Terras raras
Segundo Antônio Juarez Martins, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, "o grande interesse das empresas pela jazida é a ocorrência de outros minerais associados ao nióbio, principalmente as chamadas terras raras, sobretudo dos grupos do ítrio e do europio, utilizados na indústria eletrônica". Martins afirma que a quantidade desses outros minérios não está quantificada e que a licitação foi feita para medir a reação do mercado - que parece ter sido ótima. Os interessados deverão pagar R$ 600 mil de prêmio à CBMM e um royaltie mínimo de 3%. Ganha quem oferecer a maior porcentagem.
Realmente, as terras raras - e até, quem sabe o ouro, encontrado em regiões próximas - parecem ser mais interessantes do que o nióbio. Com exceção da CBMM, que pode estar participando para evitar que outros entrem no mercado, se o vencedor conseguir explorar a jazida de Seis Lagos, o preço desse minério pode despencar a valores muito baixos, segundo artigo do geólogo Jorge Garcez Teixeira, no jornal A Crítica, de Manaus.
O fato da jazida estar em um local de preservação permanente é encarado pela CBMM apenas como um fator de dificuldade, já que o empreendedor deverá ter um EIA-RIMA. "Mas a mineração tem a vantagem de ser pontual. Carajás, de avião, é uma bolinha, enquanto uma fazenda de gado ou a atividade madeireira destróem milhares de hectares. Bem controlada, a mineração pode ser menos danosa ao meio ambiente", defende Martins.
http://siteantigo.socioambiental.org/website/parabolicas/edicoes/edicao32/reportag/pg7.html, -
http://bocaferina.blogspot.com.br/2012/03/carta-aberta-presidente-dilma-e.html


Em 2012 em  reunião com índios no Altamira PA,  o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira. exigiu que os jornalistas fossem retirados do local, como  aconteceu no evento  anterior. Sob protestos, os indígenas explicaram que haviam negociado a presença da imprensa com o Ministério Público Federal, e que, por sua vez, eles se retirariam, caso a polícia permanecesse no recinto. Com a saída da Força Nacional e a composição da mesa – Marcio Meira, e seu primo Johannes Eck, da Casa Civil, o procurador Cláudio Amaral, do MPF, membros da Funai e os representantes da Norte Energia, Antenor Bastos e Antônio Coimbra -, começou a reunião. Para surpresa dos indígenas, o primeiro tema abordado por Eck foi o Projeto de Lei (PL) 1610 de Romero Jucá, que visa regulamentar mineração e hidrelétricas em terras indígenas, mediante autorização do Congresso Nacional e com pagamento de royalties para índios e Funai. A Funai não defende os interesses dos índios. Enquanto as ONGs internacionais fabrica mentalidades colocando os índios contra a sociedade e contra o Estado. A reportagem está publicada no site do Movimento Xingu Vivo para Sempre, 26-01-2012

http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2009/07/mangabeira-unger-e-o-bilionario-mercado.html
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2013/11/o-estrategico-niobio_13.html
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2011/12/niobio-seis-lagos.html
Mudança e Divergência: O nefasto PNDH3, o perigoso DDPI, a denúncia da OIT N.169, o alerta do Jurista e da OAB ao Senado, o perigo a Soberania Brasileira.
Marilda Oliveira
São Paulo - SP

A verdade sobre as terras indígenas no Brasil! Acordem!!!


https://www.youtube.com/watch?v=XM5ckvj9hm4 Convenção no 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas e Tribais da qual o Brasil já é signatário. Adotada em Genebra, em 27 de junho de 1989, foi aprovada pelo Congresso Nacional, por meio do Decreto Legislativo no 143, de 20 de junho de 2002, e retificada pelo governo brasileiro, junto ao Diretor Executivo da OIT em 25 de julho de 2002. Tendo entrado em vigor internacional, em 5 de setembro de 1991, e, no Brasil, em 25 de julho de 2003, aConvenção “será executada e cumprida tão inteiramente como nela se contém”, de acordo com DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004. assinado pelo presidente Lula e pelo ministro Celso Amorim.
O governo Federal tem até julho/2014 para reverter esta insana convenção do contrário o Brasil será dividido em 216 Estados determinado pela ONU. O Brasil perderá sua Soberania, e ficará assim:


Mudança e Divergência: O Brasil corre o risco de perder metade do seu território em julho de 2014, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados

Mudança e Divergência: Uma ADIN a procura de um Autor: A Lei Nº 9.868, de 10.11.1999 é a que determina quem pode propor a Ação Direta de Inconstitucionalidade

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Urânio Enriquecido Energia Limpa

urânio enriquecido é o combustível do Século, mais valioso do que o ouro - e onde tem ouro tem urânio.
 Enriquecimento de urânio no Brasil
A eficiência, economia, limpeza e segurança das usinas nucleares - todas funcionando a pleno vapor energizando, gerando eletricidade e aquecendo os milhares de lares europeus, norte-americanos e outros ao redor do mundo.

O programa nuclear brasileiro que, no momento, abastece de energia nuclear, toda - TOTALMENTE - a Região /Sudeste do Brasil e que irá - certamente, vir a abastecer todo o Nordeste brasileiro - uma solução de visão inteligente do ex-Vice Presidente da República Marco Maciel (do Presidente Itamar Franco e do Presidente FHC) como a solução para a energizar e desenvolver o Nordeste brasileiro).   O  Brasil estará entregando combustível gerador de energia - eletricidade independentemente de chuvas, estiagens prolongadas,  secas e etc...

O Brasil não pode ficar à mercê das intempéries. Tem urânio e tecnologia para transformá-lo em combustível nuclear o combustível que abastece e movimenta o mundo desenvolvido. O Brasil recusa-se a entregar o seu urânio in natura porque via precisar dele para esta e as futuras gerações de brasileiros/residentes no Brasil (mais de 200 milhões)..

Trata-se de energia pura, econômica  e segura,  que o Brasil não pode e nem tem como dispensar.

E também muito principalmente não pode jogar no lixo todos os investimentos realizado e nem - muito menos - achincalhar, ignorar, desprezar, a inteligência dos técnicos brasileiros, desde 1936/Almte. Álvaro Alberto/Getúlio Vargas batalhando em todas as frentes pelo direito -autonomia do Brasil, assegurado pelas Cartas da ONU e da OEA - de dar destino útil ao urânio que jaz no território brasileiro.

SE O PETRÓLEO CONSEGUIU SER NOSSO DURANTE MAIS DE 50 ANOS O URÂNIO É NOSSO E SERÁ NOSSO ATÉ QUE SEJAM ABASTECIDAS AS USINAS EM OPERAÇÃO, AS USINAS EM CONSTRUÇÃO, AS USINAS PROGRAMADAS E AS FUTURAS USINAS, A SEREM CONSTRUÍDAS DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DOS 200 MILHÕES DE BRASILEIROS E GARANTIDO O FORNECIMENTO PARA AS FUTURAS GERAÇÕES DO BRASIL.

URÂNIO É MUITO MAIS VALIOSO QUE O PETRÓLEO!

PODEM BOTAR E TIRAR PRESIDENTE NO BRASIL QUE NENHUM DELES SERÁ CONTRÁRIO A ESSE ENTENDIMENTO, PODEM CRER!

O QUE AS EMPRESAS INTERESSADAS DEVEM FAZER, SE É QUE JÁ NÃO ENTENDERAM E ESTÃO TRABALHANDO NISSO - É TRABALHAR JUNTO COM O BRASIL, NA CONSTRUÇÃO, NO FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS  E ETC. ETC. PORQUE O BRASIL É UM ÓTIMO PARCEIRO COMERCIAL.

ELAS SABEM DISTO. E AFINAL, FORAM MAIS DE 30 ANOS DURANTE OS QUAIS GANHARAM, LUCRARAM MUITO, COM A BOA-VONTADE, A DISSIMULAÇÃO DOS BRASILEIROS, QUE FINGIAM NÃO VER O QUE ESTAVAM DEIXANDO DE GANHAR AO PERMITIR A DERRAMA DO URÂNIO E A RECOMPRA DO URÂNIO ENRIQUECIDO PARA MOVIMENTAR REATORES NO BRASIL SOMENTE PARA USO NA MEDICINA:

ONDE JÁ SE VIU, UMA COISA DESTAS?  VOLTAR A LEVAR DE GRAÇA O URÂNIO IN NATURA DO BRASIL PARA ABASTECER OS DEPÓSITOS DE URÂNIO QUE DETÉM AO REDOR DO MUNDO DESENVOLVIDO E PARA MOVIMENTAR O DESENVOLVIMENTO DOS DESENVOLVIDOS?

DEM-SE POR MUITO SATISFEITOS COM A BOA VONTADE DOS BRASILEIROS.

AGORA NÃO VAI DAR MAIS: O BRASIL VAI PRECISAR DO SEU URÂNIO ENRIQUECIDO COM A TECNOLOGIA BRASILEIRA (TECNOLOGIA PERSEGUIDA DESDE 1979, SOBRE A QUAL REPETIMOS: É SEGREDO DE POLICHINELO, QUALQUER FÍSICO DE INTELIGÊNCIA MEDIANA CONSEGUE DESENVOLVÊ-LA).

E AÍ? ONDE É QUE SE ENCONTRA O DIREITO DA LIVRE CONCORRÊNCIA? ONDE SE ENCONTRA A OMC? SERÁ QUE SOMENTE FISCALIZA OS SUBSIDIOSZINHOS QUE VEZ OU OUTRA O BRASIL CONCEDE, IMBUTE EM SEUS PRODUTOS? VAMOS RACIOCINAR GRANDE, VAMOS FISCALIZAR GRANDE OMC, DE MODO A NÃO PERDER A CREDIBILIDADE.
Por: Guilhermina Coimbra  www.ibin.com.br

Leiam: Motivos para o monopólio do urânio - Aquilino Senra

http://oglobo.globo.com/opiniao/motivos-para-monopolio-do-uranio-12305497

Enriquecimento de Urânio no Brasil - Por: Ricardo Peroto -    http://clikaki.com.br/enriquecimento-de-uranio-no-brasil/#comment-143619